Introdução: VJing, Videomapping
com Resolume
com João Pedro Fonseca
ZABRA, Lisboa
Feira Feia
curadoria: Feia
ZABRA, Lisboa
ecos from a liquid memory
Carincur
ZABRA, Lisboa
liquid echos:
prática individual guiada de imersão
Carincur
ZABRA, Lisboa
entrevista
Cultura de Bairro
para Agenda LX
fevereiro. 26
DEMOCRATIZAR A TECNOLOGIA
“Há almofadas no chão, mas também teclados, sintetizadores, outras máquinas e muitos fios ligados a ecrãs. No meio deste armazém de 500 metros quadrados com um pé direito de 5 metros, a arte faz-se com dispositivos tecnológicos. Estamos na ZABRA - Centro de Investigação de Arte Pós-Humana, a associação cultural que, através de cruzamentos disciplinares, está empenhada em mostrar o potencial artístico (e não só) da tecnologia. “Este espaço é uma espécie de resistência: queremos dizer às pessoas que a tecnologia não é má. Fala-se de redes sociais, de inteligência artificial, de algoritmo, mas há muito mais para lá disso. Na terapia ou na comunicação, por exemplo, a tecnologia pode ir muito mais além”, defende João Pedro Fonseca, que partilha a direção artística da ZABRA com a música e performer Carincur (na equipa juntam-se à bailarina e performer Lua Carreira e a Manuel Bogalheiro, um dos fundadores da associação em 2018, que dá apoio no campo filosófico). “Queremos democratizar a tecnologia”, acrescenta. Neste novo espaço da ZABRA – onde, recentemente, Albano Jerónimo contracenou com um modelo de inteligência artificial, no espetáculo carne.exe – pode acontecer de tudo: performances, exposições de videoarte, concertos, workshops, palestras e debates a propósito das peças que se apresentam. Todos os projetos partem de uma investigação académica que depois se pode materializar de várias formas. “Vamos apresentar o nosso trabalho, mas queremos criar uma comunidade de arte e tecnologia, recebendo também outros projetos com esta lógica. Para que sejamos todos mais fortes e estejamos mais unidos”, sublinha João. Também por isso, alugam estúdios a outros artistas que trabalhem nesta área. A programação regular e o bar ajudarão a trazer pessoas para esta zona da cidade, acreditam. Agora é “ativar” o lugar e a ideia.” em breve artigo completo
criação
carne.exe
CAM - Gulbenkian
dezembro 2025
carne.exe é uma criação onde um performer humano contracena com um modelo de inteligência artificial de criação original com capacidades performativas — AROA (Artificial Relational Ontological Agent) — treinada com material poético e filosófico. A peça explora as fronteiras entre corpo e máquina, consciência e código, propondo uma tecno-poética que questiona o que significa ser humano na era pós-digital. Entre diálogos reais e improvisados, Albano Jerónimo e AROA pensam juntos sobre o toque, a consciência e o futuro da coexistência entre espécies. Sem ceder ao tecno-pessimismo, a obra afirma o corpo como lugar de transformação e defende a potência do diálogo interespécies como uma possibilidade de futuro: onde dados e carne, algoritmos e afetos, podem partilhar um espaço híbrido, sensível, político e artístico. carne.exe é encontro entre arte, tecnologia e filosofia — um palco expandido que integra tecnologia avançada em cena, propondo uma nova gramática para o teatro contemporâneo, revitalizando-o como espaço de experimentação entre linguagens, temporalidades e diferentes inteligências.
Lisboa, Portugal
contactos
9667259347 - João Bico
info@zabra.co
horários
Segunda a Domingo
horas dependem dos eventos